terça-feira, 30 de agosto de 2016

Novo "Deus Ex" é parque de diversões para jogadores curiosos e criativos

Quando foi lançado, em 2011, "Deus Ex: Human Revolution" deixou a impressão de que poderia ser muito mais do que realmente foi. A receita básica estava lá: história e ambientação envolventes, protagonista convincente e mecânicas interessantes. O título, porém, esbarrou justamente em sua execução: a jogabilidade sofria de uma crise de identidade, transitando entre ser mais próxima da encontrada em jogos de tiro tradicionais ou ser totalmente inovadora, assim como a árvore de habilidade de Adam Jensen se mostrava inútil, por exemplo, em batalhas contra inimigos mais poderosos. Montagem/UOL É com esse retrospecto que "Deus Ex: Mankind Divided", segundo título dessa nova fase da série iniciada em 2000, precisa lidar. Em um primeiro momento, a missão parecia simples: com uma base sólida, bastaria corrigir os defeitos. A Eidos Montreal, contudo, foi além, a ponto dos jogadores precisarem de poucas horas do jogo para perceber que o game supera o anterior em todos os pontos - e isso também vale em relação à versão preliminar testada por UOL Jogos há cerca de um mês. Cyberpunk de raiz O eventos retratados em "Mankind Divided" são sequência direta do que houve no game anterior. E, para evitar afastar os jogadores que não completaram ou experimentaram o antecessor, o novo jogo traz uma sequência cinematográfica de cerca de 12 minutos que conta tudo que ocorreu em "Human Revolution". É um resumo muito bem feito, sendo recomendado inclusive para quem lembra da aventura anterior de Adam Jensen.

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